Edição da semana · 12/06/2026 · Brasil Fale com a genteQuem somos

Base Comunitária

Tecnologia e dinheiro contados pela comunidade

Pessoas da comunidade reunidas em volta de uma mesa
Comunidade

Cooperativa de crédito em Goiás adota ERP aberto e corta custos

Por Juliana Santos · 12/06/2026 · Ler reportagem →

O que é a Base

Somos um periódico comunitário. Cobrimos tecnologia, renda e impacto social no Brasil a partir de quem vive o problema — não a partir do gabinete. Toda reportagem começa numa conversa de comunidade.

Não cobramos do leitor e não publicamos pauta paga. Somos mantidos por um coletivo de repórteres e por pequenas parcerias declaradas.

Como sugerir pauta

Se a sua comunidade vive uma história de tecnologia, cooperativa ou renda, conte para a gente. A gente escuta, visita quando dá e publica com crédito a quem autorizou.

Escreva para [email protected]. Pauta de comunidade tem prioridade na nossa resposta.

Histórias da semana

Colunas da comunidade

Ferramentas que a gente usa

Planilha aberta, ERP comunitário, app de feira: quando a comunidade adota uma ferramenta, a gente documenta o processo — não só o resultado. Nesta semana, três leitores de Fortaleza mandaram versões diferentes da mesma planilha de preços. Publicamos a que mais gente consegue manter sozinha.

A regra é simples: se você usa no dia a dia e topa explicar, pode virar coluna. Sem patrocínio disfarçado.

Impacto na renda real

Tecnologia só importa quando muda o bolso. Por isso perguntamos sempre: quanto entrou, quanto saiu, quanto tempo levou? Na cooperativa de Goiás, a resposta foi quatro meses para pagar a migração. Nos telecentros baianos, foi seis semanas para o primeiro curso gerar renda.

Número sem contexto a gente não publica. Contexto sem número a gente pede de volta.

Da redação ao bairro

A Base Comunitária não nasceu em incubadora nem em pitch deck. Nasceu de conversa entre repórteres que cansaram de ouvir “inovação” sem ver quem paga a conta. Nosso combinado: toda matéria passa pela comunidade retratada antes de ir ao ar. Se alguém não se reconhece, a gente reescreve.

Juliana Santos cuida da edição e da conversa com as comunidades. André Lima vai ao campo — dorme onde convidam, almoça com quem entrevista. Juntos, fechamos esta edição com três histórias de três regiões: Centro-Oeste, Nordeste e interior da Bahia.

Mantemos o periódico com coletivo de repórteres e parcerias declaradas. Não vendemos pauta. Quando há apoio a uma série, aparece selo no topo — nunca misturado na reportagem.

Quer sugerir história da sua região? Escreva com o máximo de detalhe que tiver: lugar, pessoas, o que mudou. A gente responde em até cinco dias úteis.

Nesta semana também recebemos relatos de cooperativas no Paraná e de grupos de feira em Recife. Parte vira matéria; parte vira nota curta na próxima edição. O critério é o mesmo: a história precisa mostrar mudança concreta na renda ou na organização da comunidade — não só intenção bonita no slide.

Obrigado por ler em coletivo. A próxima edição sai na sexta.

Fala, comunidade. Você conhece uma história parecida com essas? Pode virar reportagem. A gente ouve todo mundo — repórter, líder de bairro, dono de banca. Mande mensagem para [email protected].